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Antimatéria | Super Interessante Digital nº 319 de Novembro de 2024

2,99 

O físico Álvaro de Rújula afirmou que a antimatéria é um desafio para a nossa compreensão do cosmos, mas também uma janela para novos conhecimentos. É nesta perspetiva que apresentamos o artigo protagonista da nossa capa. Pode dizer-se que a antimatéria é a contraparte exata da matéria comum, mas com uma carga elétrica oposta. Assim, um positrão é a antipartícula do eletrão, com a mesma massa, mas com uma carga positiva. Quando a matéria e a antimatéria entram em contacto, aniquilam-se mutuamente, libertando uma enorme quantidade de energia. Elusiva e difícil de produzir e armazenar, a antimatéria é uma chave para o desenvolvimento de novas tecnologias e para desvendar os segredos mais profundos do Universo (as explosões de supernovas do tipo Ia na Via Láctea, resultantes da colisão de anãs brancas, são fontes significativas de antimatéria na nossa galáxia). É certamente fascinante, tal como a relação dos flocos de neve com as leis do universo, a compreensão das ligações psicológicas, a experiência em primeira mão das mudanças históricas do mar ou a prisão do genial Schiele… Boa leitura.

Antimatéria | Super Interessante Digital nº 319 de Novembro de 2024

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O físico Álvaro de Rújula afirmou que a antimatéria é um desafio para a nossa compreensão do cosmos, mas também uma janela para novos conhecimentos. É nesta perspetiva que apresentamos o artigo protagonista da nossa capa. Pode dizer-se que a antimatéria é a contraparte exata da matéria comum, mas com uma carga elétrica oposta. Assim, um positrão é a antipartícula do eletrão, com a mesma massa, mas com uma carga positiva. Quando a matéria e a antimatéria entram em contacto, aniquilam-se mutuamente, libertando uma enorme quantidade de energia. Elusiva e difícil de produzir e armazenar, a antimatéria é uma chave para o desenvolvimento de novas tecnologias e para desvendar os segredos mais profundos do Universo (as explosões de supernovas do tipo Ia na Via Láctea, resultantes da colisão de anãs brancas, são fontes significativas de antimatéria na nossa galáxia). É certamente fascinante, tal como a relação dos flocos de neve com as leis do universo, a compreensão das ligações psicológicas, a experiência em primeira mão das mudanças históricas do mar ou a prisão do genial Schiele… Boa leitura.

O físico Álvaro de Rújula afirmou que a antimatéria é um desafio para a nossa compreensão do cosmos, mas também uma janela para novos conhecimentos. É nesta perspetiva que apresentamos o artigo protagonista da nossa capa. Pode dizer-se que a antimatéria é a contraparte exata da matéria comum, mas com uma carga elétrica oposta. Assim, um positrão é a antipartícula do eletrão, com a mesma massa, mas com uma carga positiva. Quando a matéria e a antimatéria entram em contacto, aniquilam-se mutuamente, libertando uma enorme quantidade de energia. Elusiva e difícil de produzir e armazenar, a antimatéria é uma chave para o desenvolvimento de novas tecnologias e para desvendar os segredos mais profundos do Universo (as explosões de supernovas do tipo Ia na Via Láctea, resultantes da colisão de anãs brancas, são fontes significativas de antimatéria na nossa galáxia). É certamente fascinante, tal como a relação dos flocos de neve com as leis do universo, a compreensão das ligações psicológicas, a experiência em primeira mão das mudanças históricas do mar ou a prisão do genial Schiele… Boa leitura.