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MARIE CLAIRE DIGITAL Edição Biblioteca 5 | Elas fizeram Portugal

9,50 €

ELAS FIZERAM PORTUGAL.
Há muitas maneiras de contar a história de um país. Podemos fazê-lo através dos seus reis e das suas batalhas, das fronteiras que conquistou, dos oceanos que atravessou, das suas revoluções e das suas grandes decisões políticas. Mas há outra forma de olhar o passado. Uma que nos obriga a olhar para quem lá esteve desde o princípio e que, demasiadas vezes, ficou fora do relato. Esta é a história de Portugal contada através das suas mulheres. Mulheres que governaram quando parecia inconcebível que uma mulher pudesse fazê-lo. Que negociaram alianças, protegeram um reino e sustentaram um império. Mulheres que financiaram aventuras, transmitiram conhecimento, fundaram instituições, escreveram, investiga ram, ensinaram e pensaram. Mulheres que desafiaram as convenções do seu tempo e outras que, simplesmente, decidiram que o seu tempo também lhes pertencia. Umas tiveram coroa. Outras, a pena. Umas fizeram da palavra a sua revolução; outras escolheram a ciência, a educação, a política ou o ativismo. Houve quem enfrentasse a censura, quem conhecesse a prisão e o exílio e quem trabalhasse na clandestinidade para manter viva a esperança de um país livre. Nem todas foram reconhecidas. Nem todas deixaram sequer um retrato. Mas todas deixaram uma marca. Desde Teresa de Leão, que governou antes mesmo de existir o reino, até às mulheres que participaram na construção do Portugal democrático, estas páginas percorrem quase mil anos de uma história apaixonante.

Uma história de poder e de amor, de inteligência e rebeldia, de descobertas, ideias, conquistas e liberdade. Encontraremos a primeira jornalista portuguesa e a primeira universitária; as mulheres que lutaram pelo direito de voto e aquelas que construíram o feminismo português. Conheceremos as que resistiram durante a ditadura, as que mantiveram vivas as redes clandestinas e as que tornaram possível a mudança da Revolução dos Cravos. E che garemos a Maria de Lourdes Pintasilgo, a primeira mulher a governar Portugal, Maria de Sousa e Elisa Ferreira: mulheres de um Portugal plenamente ligado à ciência, à democracia e à Europa. Contar as suas vidas não significa acrescentar um capítulo feminino a uma história que já conhecemos. Significa olhar de novo para essa história e descobrir que elas sempre lá estiveram. Porque a história das mulheres não decorre à margem da História. É a História. E talvez essa seja uma das descobertas mais belas deste número: constatar que, por detrás de muitos dos caminhos que hoje trilhamos, houve uma mulher que ousou percorrê-los primeiro. Uma mulher que estudou quando estudar não era para ela. Que escreveu quando a sua voz incomodava. Que governou quando o poder tinha rosto masculino. Que votou quando lhe disseram que não podia fazê-lo. Que criou, investigou, ensinou, resistiu ou sonhou com um país diferente. Cada uma avançou um pouco mais. E, depois, vieram outras. Até chegarmos a nós. Por isso, esta revista não quer olhar para o passado com nostalgia. Quer fazê-lo com orgulho e com futuro. Porque conhecer as mulheres que nos precederam também nos permite compreender melhor quem somos e, sobretudo, imaginar quem podemos vir a ser.

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ELAS FIZERAM PORTUGAL.
Há muitas maneiras de contar a história de um país. Podemos fazê-lo através dos seus reis e das suas batalhas, das fronteiras que conquistou, dos oceanos que atravessou, das suas revoluções e das suas grandes decisões políticas. Mas há outra forma de olhar o passado. Uma que nos obriga a olhar para quem lá esteve desde o princípio e que, demasiadas vezes, ficou fora do relato. Esta é a história de Portugal contada através das suas mulheres. Mulheres que governaram quando parecia inconcebível que uma mulher pudesse fazê-lo. Que negociaram alianças, protegeram um reino e sustentaram um império. Mulheres que financiaram aventuras, transmitiram conhecimento, fundaram instituições, escreveram, investiga ram, ensinaram e pensaram. Mulheres que desafiaram as convenções do seu tempo e outras que, simplesmente, decidiram que o seu tempo também lhes pertencia. Umas tiveram coroa. Outras, a pena. Umas fizeram da palavra a sua revolução; outras escolheram a ciência, a educação, a política ou o ativismo. Houve quem enfrentasse a censura, quem conhecesse a prisão e o exílio e quem trabalhasse na clandestinidade para manter viva a esperança de um país livre. Nem todas foram reconhecidas. Nem todas deixaram sequer um retrato. Mas todas deixaram uma marca. Desde Teresa de Leão, que governou antes mesmo de existir o reino, até às mulheres que participaram na construção do Portugal democrático, estas páginas percorrem quase mil anos de uma história apaixonante.

Uma história de poder e de amor, de inteligência e rebeldia, de descobertas, ideias, conquistas e liberdade. Encontraremos a primeira jornalista portuguesa e a primeira universitária; as mulheres que lutaram pelo direito de voto e aquelas que construíram o feminismo português. Conheceremos as que resistiram durante a ditadura, as que mantiveram vivas as redes clandestinas e as que tornaram possível a mudança da Revolução dos Cravos. E che garemos a Maria de Lourdes Pintasilgo, a primeira mulher a governar Portugal, Maria de Sousa e Elisa Ferreira: mulheres de um Portugal plenamente ligado à ciência, à democracia e à Europa. Contar as suas vidas não significa acrescentar um capítulo feminino a uma história que já conhecemos. Significa olhar de novo para essa história e descobrir que elas sempre lá estiveram. Porque a história das mulheres não decorre à margem da História. É a História. E talvez essa seja uma das descobertas mais belas deste número: constatar que, por detrás de muitos dos caminhos que hoje trilhamos, houve uma mulher que ousou percorrê-los primeiro. Uma mulher que estudou quando estudar não era para ela. Que escreveu quando a sua voz incomodava. Que governou quando o poder tinha rosto masculino. Que votou quando lhe disseram que não podia fazê-lo. Que criou, investigou, ensinou, resistiu ou sonhou com um país diferente. Cada uma avançou um pouco mais. E, depois, vieram outras. Até chegarmos a nós. Por isso, esta revista não quer olhar para o passado com nostalgia. Quer fazê-lo com orgulho e com futuro. Porque conhecer as mulheres que nos precederam também nos permite compreender melhor quem somos e, sobretudo, imaginar quem podemos vir a ser.

ELAS FIZERAM PORTUGAL.
Há muitas maneiras de contar a história de um país. Podemos fazê-lo através dos seus reis e das suas batalhas, das fronteiras que conquistou, dos oceanos que atravessou, das suas revoluções e das suas grandes decisões políticas. Mas há outra forma de olhar o passado. Uma que nos obriga a olhar para quem lá esteve desde o princípio e que, demasiadas vezes, ficou fora do relato. Esta é a história de Portugal contada através das suas mulheres. Mulheres que governaram quando parecia inconcebível que uma mulher pudesse fazê-lo. Que negociaram alianças, protegeram um reino e sustentaram um império. Mulheres que financiaram aventuras, transmitiram conhecimento, fundaram instituições, escreveram, investiga ram, ensinaram e pensaram. Mulheres que desafiaram as convenções do seu tempo e outras que, simplesmente, decidiram que o seu tempo também lhes pertencia. Umas tiveram coroa. Outras, a pena. Umas fizeram da palavra a sua revolução; outras escolheram a ciência, a educação, a política ou o ativismo. Houve quem enfrentasse a censura, quem conhecesse a prisão e o exílio e quem trabalhasse na clandestinidade para manter viva a esperança de um país livre. Nem todas foram reconhecidas. Nem todas deixaram sequer um retrato. Mas todas deixaram uma marca. Desde Teresa de Leão, que governou antes mesmo de existir o reino, até às mulheres que participaram na construção do Portugal democrático, estas páginas percorrem quase mil anos de uma história apaixonante.

Uma história de poder e de amor, de inteligência e rebeldia, de descobertas, ideias, conquistas e liberdade. Encontraremos a primeira jornalista portuguesa e a primeira universitária; as mulheres que lutaram pelo direito de voto e aquelas que construíram o feminismo português. Conheceremos as que resistiram durante a ditadura, as que mantiveram vivas as redes clandestinas e as que tornaram possível a mudança da Revolução dos Cravos. E che garemos a Maria de Lourdes Pintasilgo, a primeira mulher a governar Portugal, Maria de Sousa e Elisa Ferreira: mulheres de um Portugal plenamente ligado à ciência, à democracia e à Europa. Contar as suas vidas não significa acrescentar um capítulo feminino a uma história que já conhecemos. Significa olhar de novo para essa história e descobrir que elas sempre lá estiveram. Porque a história das mulheres não decorre à margem da História. É a História. E talvez essa seja uma das descobertas mais belas deste número: constatar que, por detrás de muitos dos caminhos que hoje trilhamos, houve uma mulher que ousou percorrê-los primeiro. Uma mulher que estudou quando estudar não era para ela. Que escreveu quando a sua voz incomodava. Que governou quando o poder tinha rosto masculino. Que votou quando lhe disseram que não podia fazê-lo. Que criou, investigou, ensinou, resistiu ou sonhou com um país diferente. Cada uma avançou um pouco mais. E, depois, vieram outras. Até chegarmos a nós. Por isso, esta revista não quer olhar para o passado com nostalgia. Quer fazê-lo com orgulho e com futuro. Porque conhecer as mulheres que nos precederam também nos permite compreender melhor quem somos e, sobretudo, imaginar quem podemos vir a ser.