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Menta Portugal Digital| Número 6

4,50 

A CALMA É A NOVA FORÇA.

Nesta nova edição da MENTA, convidámo-lo a caminhar devagar, a parar para ver o que realmente importa, a respirar fundo e deixar a vida respirar por si. Porque, como escreveu o escritor, filósofo e poeta norte-americano Ralph Waldo Emerson, a calma é a nova força e, nestes tempos de pressa, parar também é um ato de coragem. Propomos que caminhe consigo mesmo, que ouça a sua intuição, que deixe os sons curá-lo, que a ternura seja a sua forma mais silenciosa e urgente de resistência, que aceite a imperfeição como uma secreta forma de beleza e que desfrute de contos que sussurram, en
trevistas que iluminam, receitas que florescem na mesa e com a fragrância da cerâmica fresca entre as suas mãos. Obrigado por abrir estas páginas, por parar, por ficar mais um pouco e por transformar a sua mente num jardim onde floresce a calma.

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A CALMA É A NOVA FORÇA.

Nesta nova edição da MENTA, convidámo-lo a caminhar devagar, a parar para ver o que realmente importa, a respirar fundo e deixar a vida respirar por si. Porque, como escreveu o escritor, filósofo e poeta norte-americano Ralph Waldo Emerson, a calma é a nova força e, nestes tempos de pressa, parar também é um ato de coragem. Propomos que caminhe consigo mesmo, que ouça a sua intuição, que deixe os sons curá-lo, que a ternura seja a sua forma mais silenciosa e urgente de resistência, que aceite a imperfeição como uma secreta forma de beleza e que desfrute de contos que sussurram, en
trevistas que iluminam, receitas que florescem na mesa e com a fragrância da cerâmica fresca entre as suas mãos. Obrigado por abrir estas páginas, por parar, por ficar mais um pouco e por transformar a sua mente num jardim onde floresce a calma.

A CALMA É A NOVA FORÇA.

Nesta nova edição da MENTA, convidámo-lo a caminhar devagar, a parar para ver o que realmente importa, a respirar fundo e deixar a vida respirar por si. Porque, como escreveu o escritor, filósofo e poeta norte-americano Ralph Waldo Emerson, a calma é a nova força e, nestes tempos de pressa, parar também é um ato de coragem. Propomos que caminhe consigo mesmo, que ouça a sua intuição, que deixe os sons curá-lo, que a ternura seja a sua forma mais silenciosa e urgente de resistência, que aceite a imperfeição como uma secreta forma de beleza e que desfrute de contos que sussurram, en
trevistas que iluminam, receitas que florescem na mesa e com a fragrância da cerâmica fresca entre as suas mãos. Obrigado por abrir estas páginas, por parar, por ficar mais um pouco e por transformar a sua mente num jardim onde floresce a calma.