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Mentes sincronizadas | Super Interessante nº 311 de Março de 2024

5,50 

Hay existencias

Carl Jung cunhou o termo «sincronicidade» para explicar a simultaneidade de dois acontecimentos ligados por um significado, mas de uma forma não causal, fora de qualquer correlação e sem fatores determinantes. Referia-se a acontecimentos externos que encontram um certo paralelismo com os processos internos do indivíduo que os vivencia e que, por isso, os perceciona como plenos de significado. O psiquiatra suíço chegou à conclusão de que existe uma ligação íntima entre a pessoa e o seu ambiente que, em determinadas circunstâncias, provoca uma «atração» que cria acontecimentos coincidentes cheios de simbolismo e significado, algo como uma manifestação externa do inconsciente coletivo. Hoje em dia, existem vários estudos científicos que corroboram a sincronia no ritmo e na frequência das ondas cerebrais de pessoas que, por exemplo, trabalham juntas (é a tal «telepatia », o tal «eu ia dizer isso agora mesmo» que todos nós já experimentámos em algum momento). A nossa reportagem de capa aborda este tema fascinante, mas não posso deixar de chamar a atenção para outros: Podemos ouvir o silêncio? é um artigo do campo da neuropsicologia de grande interesse para os nossos leitores, bem como «Animais Moldados pelas Alterações Climáticas» que nos mostra como a nossa ação sobre o clima modifica até o corpo dos animais. Um destaque também para o artigo do Centro de Artes Náuticas de Vila do Conde e para as entrevistas a duas personalidades portuguesas de especial valor criativo e científico junto da comunidade. Aprecie a leitura!

Mentes sincronizadas | Super Interessante nº 311 de Março de 2024

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Carl Jung cunhou o termo «sincronicidade» para explicar a simultaneidade de dois acontecimentos ligados por um significado, mas de uma forma não causal, fora de qualquer correlação e sem fatores determinantes. Referia-se a acontecimentos externos que encontram um certo paralelismo com os processos internos do indivíduo que os vivencia e que, por isso, os perceciona como plenos de significado. O psiquiatra suíço chegou à conclusão de que existe uma ligação íntima entre a pessoa e o seu ambiente que, em determinadas circunstâncias, provoca uma «atração» que cria acontecimentos coincidentes cheios de simbolismo e significado, algo como uma manifestação externa do inconsciente coletivo. Hoje em dia, existem vários estudos científicos que corroboram a sincronia no ritmo e na frequência das ondas cerebrais de pessoas que, por exemplo, trabalham juntas (é a tal «telepatia », o tal «eu ia dizer isso agora mesmo» que todos nós já experimentámos em algum momento). A nossa reportagem de capa aborda este tema fascinante, mas não posso deixar de chamar a atenção para outros: Podemos ouvir o silêncio? é um artigo do campo da neuropsicologia de grande interesse para os nossos leitores, bem como «Animais Moldados pelas Alterações Climáticas» que nos mostra como a nossa ação sobre o clima modifica até o corpo dos animais. Um destaque também para o artigo do Centro de Artes Náuticas de Vila do Conde e para as entrevistas a duas personalidades portuguesas de especial valor criativo e científico junto da comunidade. Aprecie a leitura!