ZINET MEDIA SUSCRIPCIONES

Compartir:

Somos um eletroma | Super Interessante nº 310 de Fevereiro de 2024

5,50 

Hay existencias

Somos um eletroma», diz Sally Adee, autora do livro com o mesmo nome. Com esta afirmação, a autora britânica abre caminho a uma nova definição do que somos. O que é um eletroma? Se o genoma é a sequência de ADN que cada organismo possui e que contém toda a sua informação genética, o eletroma é a rede bioelétrica que o faz funcionar. Adee explica-o de forma muito gráfica: assim como os sinais elétricos sustentam as redes de comunicação do mundo, fazem o mesmo no nosso corpo: a bioeletricidade é a forma como as nossas células comunicam entre si. Todos os elementos do nosso corpo (sódio, potássio, cálcio, magnésio, etc.) sofrem uma reação química que faz com que os seus átomos se separem para formar iões, que não são mais do que partículas com carga elétrica. Os nossos fluidos estão cheios destes iões (os que têm cargas diferentes atraem-se, os que têm cargas iguais repelem-se) e, quando circulam pelo corpo, formam uma corrente de intensidade muito baixa (apenas 70 milivolts — uma pilha AA comum possui 1500 milivolts), mas fundamental, pois estes sinais elétricos servem para comunicar entre as diferentes partes do corpo. Dedicamos a nossa capa a este tema marcante, mas não é o único que vai captar a sua curiosidade: como é que a genética influencia o que gostamos à mesa? Como é um átomo quântico? Porque é que a mesma palavra pode significar coisas diferentes para pessoas diferentes e como é que isso afeta a nossa comunicação? Pode ainda ler as interessantes entrevistas a dois cientistas portugueses e conhecer o enigma da biblioteca portuguesa desaparecida há 400 anos. Desfrute!

Somos um eletroma | Super Interessante nº 310 de Fevereiro de 2024

5,50 

Hay existencias

Compartir:

Somos um eletroma», diz Sally Adee, autora do livro com o mesmo nome. Com esta afirmação, a autora britânica abre caminho a uma nova definição do que somos. O que é um eletroma? Se o genoma é a sequência de ADN que cada organismo possui e que contém toda a sua informação genética, o eletroma é a rede bioelétrica que o faz funcionar. Adee explica-o de forma muito gráfica: assim como os sinais elétricos sustentam as redes de comunicação do mundo, fazem o mesmo no nosso corpo: a bioeletricidade é a forma como as nossas células comunicam entre si. Todos os elementos do nosso corpo (sódio, potássio, cálcio, magnésio, etc.) sofrem uma reação química que faz com que os seus átomos se separem para formar iões, que não são mais do que partículas com carga elétrica. Os nossos fluidos estão cheios destes iões (os que têm cargas diferentes atraem-se, os que têm cargas iguais repelem-se) e, quando circulam pelo corpo, formam uma corrente de intensidade muito baixa (apenas 70 milivolts — uma pilha AA comum possui 1500 milivolts), mas fundamental, pois estes sinais elétricos servem para comunicar entre as diferentes partes do corpo. Dedicamos a nossa capa a este tema marcante, mas não é o único que vai captar a sua curiosidade: como é que a genética influencia o que gostamos à mesa? Como é um átomo quântico? Porque é que a mesma palavra pode significar coisas diferentes para pessoas diferentes e como é que isso afeta a nossa comunicação? Pode ainda ler as interessantes entrevistas a dois cientistas portugueses e conhecer o enigma da biblioteca portuguesa desaparecida há 400 anos. Desfrute!