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Templários | Super Interessante Historia Ed. Biblioteca nº 46

11,99 €

Hay existencias

O FIO DA ESPADA, O PESO DA CRUZ.

Foram monges, mas também guerreiros. Rezavam, mas empunhavam a espada. Sob a cruz vermelha que lhes deu nome, os templários marcaram a istória da Europa medieval. Surgidos após a Primeira Cruzada para proteger os peregrinos na Terra Santa, depressa se tornaram numa das ordens mais poderosas da cristandade. A sua expansão foi meteórica; a sua queda, brutal. E em nenhum outro lugar a sua memória permaneceu tão viva como em Portugal.Aqui encontraram refúgio quando, no século XIV, foram perseguidos pelo rei de França e condenados pelo papado. Mas muito antes disso, já tinham deixado uma marca profunda no território: construíram castelos, fundaram comendas, protegeram ronteiras. Foram braço armado e aliado estratégico dos primeiros reis portugueses, como Afonso Henriques, que reconheceu o seu valor militar e a sua fidelidade. Nas terras conquistadas ao Islão, os templários consolidaram uma rede de poder territorial, espiritual e económico que moldou o mapa do jovem reino. Esta revista é um convite a viajar por essa história fascinante. Do castelo de Almourol, solitário e lendário sobre o Tejo, ao Convento de Cristo em Tomar, que ainda guarda os ecos da arquitetura e do simbolismo templário. Da mística Monsanto, baluarte quase inexpugnável, aos centros urbanos onde deixaram o seu rasto documental, fiscal e espiritual. Redescobrimos Gualdim Pais, o primeiro grande mestre português, arquiteto de fortalezas e figura decisiva na consolidação templária no ocidente peninsular. Exploramos também o quotidiano dos freires: as suas normas, os seus rituais, os seus silêncios e as suas cartas — testemunhos de uma espiritualidade austera e disciplinada. E, como não podia deixar de ser, debruçamo-nos sobre a figura trágica do último Grão-Mestre da Ordem, Jacques de Molay, sobre o pensamento de Bernardo de Claraval e sobre o cartulário templário português, que desvenda os mecanismos do seu poder. Porque, como escreveu José Saramago, «somos a memória que temos e a responsabilidade que assumimos», convidamo-lo a continuar a partilhar connosco, nas páginas desta revista, essa memória — rigorosa e viva.

Templários | Super Interessante Historia Ed. Biblioteca nº 46

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O FIO DA ESPADA, O PESO DA CRUZ.

Foram monges, mas também guerreiros. Rezavam, mas empunhavam a espada. Sob a cruz vermelha que lhes deu nome, os templários marcaram a istória da Europa medieval. Surgidos após a Primeira Cruzada para proteger os peregrinos na Terra Santa, depressa se tornaram numa das ordens mais poderosas da cristandade. A sua expansão foi meteórica; a sua queda, brutal. E em nenhum outro lugar a sua memória permaneceu tão viva como em Portugal.Aqui encontraram refúgio quando, no século XIV, foram perseguidos pelo rei de França e condenados pelo papado. Mas muito antes disso, já tinham deixado uma marca profunda no território: construíram castelos, fundaram comendas, protegeram ronteiras. Foram braço armado e aliado estratégico dos primeiros reis portugueses, como Afonso Henriques, que reconheceu o seu valor militar e a sua fidelidade. Nas terras conquistadas ao Islão, os templários consolidaram uma rede de poder territorial, espiritual e económico que moldou o mapa do jovem reino. Esta revista é um convite a viajar por essa história fascinante. Do castelo de Almourol, solitário e lendário sobre o Tejo, ao Convento de Cristo em Tomar, que ainda guarda os ecos da arquitetura e do simbolismo templário. Da mística Monsanto, baluarte quase inexpugnável, aos centros urbanos onde deixaram o seu rasto documental, fiscal e espiritual. Redescobrimos Gualdim Pais, o primeiro grande mestre português, arquiteto de fortalezas e figura decisiva na consolidação templária no ocidente peninsular. Exploramos também o quotidiano dos freires: as suas normas, os seus rituais, os seus silêncios e as suas cartas — testemunhos de uma espiritualidade austera e disciplinada. E, como não podia deixar de ser, debruçamo-nos sobre a figura trágica do último Grão-Mestre da Ordem, Jacques de Molay, sobre o pensamento de Bernardo de Claraval e sobre o cartulário templário português, que desvenda os mecanismos do seu poder. Porque, como escreveu José Saramago, «somos a memória que temos e a responsabilidade que assumimos», convidamo-lo a continuar a partilhar connosco, nas páginas desta revista, essa memória — rigorosa e viva.

O FIO DA ESPADA, O PESO DA CRUZ.

Foram monges, mas também guerreiros. Rezavam, mas empunhavam a espada. Sob a cruz vermelha que lhes deu nome, os templários marcaram a istória da Europa medieval. Surgidos após a Primeira Cruzada para proteger os peregrinos na Terra Santa, depressa se tornaram numa das ordens mais poderosas da cristandade. A sua expansão foi meteórica; a sua queda, brutal. E em nenhum outro lugar a sua memória permaneceu tão viva como em Portugal.Aqui encontraram refúgio quando, no século XIV, foram perseguidos pelo rei de França e condenados pelo papado. Mas muito antes disso, já tinham deixado uma marca profunda no território: construíram castelos, fundaram comendas, protegeram ronteiras. Foram braço armado e aliado estratégico dos primeiros reis portugueses, como Afonso Henriques, que reconheceu o seu valor militar e a sua fidelidade. Nas terras conquistadas ao Islão, os templários consolidaram uma rede de poder territorial, espiritual e económico que moldou o mapa do jovem reino. Esta revista é um convite a viajar por essa história fascinante. Do castelo de Almourol, solitário e lendário sobre o Tejo, ao Convento de Cristo em Tomar, que ainda guarda os ecos da arquitetura e do simbolismo templário. Da mística Monsanto, baluarte quase inexpugnável, aos centros urbanos onde deixaram o seu rasto documental, fiscal e espiritual. Redescobrimos Gualdim Pais, o primeiro grande mestre português, arquiteto de fortalezas e figura decisiva na consolidação templária no ocidente peninsular. Exploramos também o quotidiano dos freires: as suas normas, os seus rituais, os seus silêncios e as suas cartas — testemunhos de uma espiritualidade austera e disciplinada. E, como não podia deixar de ser, debruçamo-nos sobre a figura trágica do último Grão-Mestre da Ordem, Jacques de Molay, sobre o pensamento de Bernardo de Claraval e sobre o cartulário templário português, que desvenda os mecanismos do seu poder. Porque, como escreveu José Saramago, «somos a memória que temos e a responsabilidade que assumimos», convidamo-lo a continuar a partilhar connosco, nas páginas desta revista, essa memória — rigorosa e viva.